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domingo, 27 de novembro de 2011

Recorde de vendas contra a crise ! mercado de goiânia...


Recorde de vendas contra a crise



Até setembro, foram vendidos 10.653 imóveis em Goiânia. O número deve passar de 15 mil no fim de 2011.
 


Embora a economia mundial ainda continue dando sinais de turbulência, por causa da crise financeira na Europa, nunca se vendeu tantos imóveis novos em Goiás como este ano. O mercado goianiense caminha na contramão de outras capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, onde já se registra desaceleração nas vendas. De janeiro até setembro, foram comercializados 10.653 apartamentos, casas em condomínios horizontais e salas residenciais, sem contabilizar as outras casas novas ou imóveis usados.

Este número é recorde, pois supera o total comercializado no ano passado, que foi de 10.516 unidades. A previsão da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO) é que até dezembro as vendas ultrapassem a 15 mil imóveis novos, representando aumento de quase 50% em relação a 2010, que foi o auge do setor da construção civil no Brasil.
O empresário Marco Antônio de Oliveira ajudou a impulsionar o mercado imobiliário goiano este ano. Ele adquiriu um apartamento, no Setor Bueno, para morar, embora tenha outro que está alugado. "Acho que o momento é propício para fazer negócios. Se pesquisar o mercado é possível encontrar promoções, ganhar brindes, conseguir taxas de financiamentos diferenciadas e atrativas nos bancos", justifica o investimento.
O empresário Júlio César da Silva e sua mulher Flávia Avelar também estão confiantes. Tanto que se tornaram investidores no mercado de imóveis. No mês passado, eles adquiriram cinco apartamentos, no lançamento do empreendimento, para colocá-los à venda quando a obra for entregue. "Já temos 11 imóveis em construção. Acreditamos que este seja um negócio rentável, pois o mercado está aquecido e o preço do metro quadrado em alta", afirmou.
Atípico
Os empresários do setor esclarecem que não está ocorrendo milagres em Goiás para sustentar as vendas de imóveis novos e o Estado tampouco é uma ilha no Brasil. Mas admitem que o mercado goiano é um pouco atípico.
O presidente da Ademi-GO, Ilézio Inácio Ferreira, afirma que em 2005, quando retomaram os financiamentos imobiliários, impulsionando o setor, o mercado goiano foi o último a reagir e, portanto, agora ainda continua colhendo os bons frutos, pois o déficit habitacional ainda é muito alto, principalmente para as famílias de mais baixa renda.
Ilézio lembra que, quando o governo voltou a incentivar a indústria da construção, com a liberação de recursos, os mutuários e as próprias construtoras temiam buscar financiamentos nos bancos, pois ainda estavam traumatizados com as antigas linhas de crédito, do Sistema Financeiro da Habitação. Somente depois de muito trabalho de conscientização é que as pessoas passaram a confiar no novo sistema habitacional.
Ele lembra que, em 2007, havia apenas três empreendimentos financiados com recursos de bancos, em Goiás. Atualmente, das mais de 200 obras em execução e das 64 lançadas este ano, pelo menos 70% contam com apoio de algum agente financeiro, seja oficial ou privado. Das 10.653 unidades vendidas este ano pelo menos 95% foram financiadas pelos bancos, revertendo uma situação que era bancada pelas próprias construtoras até recentemente. Os 64 empreendimentos lançados nos últimos 12 meses estão movimentando recursos de quase R$ 3 bilhões, conforme a pesquisa da Ademi-GO, realizada pela Grupom Consultoria e Pesquisas.
Preferência
A exemplo do que vem ocorrendo nos últimos três anos, os imóveis mais procurados continuam sendo os de dois quartos, com 59% do total, com preço de até R$ 150 mil, cujo valor se enquadra nos benefícios do Programa Minha Casa, Minha Vida. Em seguida, estão as unidades de três dormitórios e depois as de quatro quartos.
As construtoras, por sua vez, também têm investido mais nesses tipos de imóveis. Em setembro, 50% dos imóveis disponíveis para venda no Estado eram de dois quartos e 37%, de três.
O preço médio das 12.862 unidades lançadas nos últimos 12 meses em Goiás está na casa dos R$ 221.845,00. Setembro registrou um dos menores valores do período: R$ 142.735,00. Mas isso não significa que o preço do metro quadrado tenha caído.
Ao contrário. O valor do metro quadrado dos apartamentos novos aumentou entre 3% e 10,98%, em um ano. De acordo com a pesquisa da Ademi-GO, quanto mais luxuoso um imóvel mais caro é o custo do metro quadrado, independente do seu tamanho. Em setembro, o metro quadrado de um apartamento de um quarto estava em R$ 3.987,78, enquanto o de cinco dormitórios saia por R$ 5.021,53. Já o imóvel de dois quartos tinha o metro quadrado cotado a R$ 2.857,24.

Fonte: O Popular

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Borges Landeiro, novamente a construtora número 1 do povo Goiano!!!


15:14 - 28/10/11
Borges Landeiro, novamente a construtora número 1

Atuar num mercado cada vez mais competitivo traz muitas responsabilidades. Ser a marca mais lembrada pelos goianienses também. A Borges Landeiro orgulha-se de ser, pela quinta vez, a empresa número um no segmento de construção civil no Prêmio Pop List da Organização Jaime Câmara, que premia as marcas mais lembradas em suas áreas de atuação. O reconhecimento reforça o pioneirismo de oferecer produtos com alto padrão de qualidade, projetos inovadores e foco na satisfação de seus clientes. São mais de 25 anos de atuação e uma certeza: resultados assim só são possíveis graças a uma equipe diferenciada e muito trabalho.
Fundada pelo empresário Dejair Borges, atual presidente da empresa, a Borges Landeiro vem adquirindo ao longo dos anos, notável poder de crescimento. A preocupação constante com a qualidade de suas obras fez com que a empresa ganhasse a confiança do consumidor e crescesse cada vez mais. O caminho percorrido culminou em autossuficiência e numa melhor gestão de seus processos. Hoje, além da certificação IS0 9001:2008 e nível A no Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat - que certifica os imóveis com alto nível de qualidade em projeto, materiais aplicados e mão de obra utilizada-, a empresa oferece incorporação, construção e comercialização.
Os números comprovam a trajetória de sucesso. Além de ser eleita pelo terceiro ano consecutivo como a maior construtora da região Centro-Oeste na categoria residencial, no ano passado a Borges Landeiro construiu mais de 600 mil metros quadrados. Em 2011 já entregou 800 apartamentos e até o final do ano, outras 270 unidades habitacionais serão repassadas aos seus futuros moradores. Soma-se a estes números, quase cinco mil unidades em processo de construção e 2,6 mil, que estarão em obras no próximo ano. Com isso, os postos de trabalho aumentam, movimentando a economia da cidade. A empresa gera hoje mais de 2 mil empregos diretos e 20 mil indiretos.
Com forte atuação em Goiás e Distrito Federal, uma das principais marcas da Borges Landeiro é a realização de projetos grandiosos. Exemplos são os 1.408 apartamentos em construção no empreendimento Borges Landeiro Garden, localizado em Ceilândia-DF e o Borges Landeiro Tropicale, em Goiânia, que até a sua conclusão abrigará 1.920 unidades habitacionais.
O próximo empreendimento, em fase de pré-lançamento, apostará no conceito Simplesmente Completo e promete conquistar os consumidores mais exigentes. Localizado em um dos bairros mais nobres da capital, no Setor Marista, o Borges Landeiro Prime contará com 72 apartamentos de altíssimo padrão e inúmeros diferenciais de comodidade, sustentabilidade e de automação. Uma planta moderna com ambientes integrados também está entre os atrativos. Outra novidade é a possibilidade de o cliente escolher entre duas ou três vagas de garagens e usufruir de uma área de lazer completa. A lista de opções traz home cinema, garage band, espaço do chef, quadra de squash e outros.
Tantos projetos, conquistas e reconhecimentos aumentam a responsabilidade de oferecer empreendimentos cada vez mais modernos, aconchegantes e únicos. Tudo isso, ajuda na aproximação e identificação do público com o slogan “Por que ter um imóvel comum se você pode escolher um Borges Landeiro?".
         
         

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Como manter a valorização do imóvel


Ainda que um imóvel não seja adquirido como fonte de investimento é um bem e durável, por isso, ele precisa ser conservado para manter a sua valorização. O mercado imobiliário, sobretudo, o mineiro passar por constante valorização, mas, se a manutenção predial for inadequada, é possível que o proprietário acabe perdendo dinheiro.
É preciso preservar a estrutura física e manter ótimas condições visuais como pintura para manter a valorização do imóvel caso seja necessário vender ou alugar, pois locatários e compradores estão cada vez mais exigentes.
A conservação é como o cuidado com a saúde, deve começar com p nascimento, isto é, com o lançamento da obra. Esperar os problemas acontecerem para saná-los, é muito arriscado, pois pode elevar os custos da manutenção. O certo é atuar preventivamente.
Alguns cuidados essenciais
- Dedetização periódica preventiva: fundamental para evitar cupins e traças. Melhor do que ter que trocar pisos, portas e janelas devido a ação desses parasitas.
- Pintura externa: deve estar no calendário anual dos imóveis, pois protegem a alvenaria de ações do ambiente como constante exposição ao sol, chuva, neblina e outros.
- Observação do telhado (no caso das casas): deve ser realizada com certa periodicidade, pois, ações do vento e até de árvores podem arrastar telhas e comprometer a cobertura. O maior problema é que o excesso de umidade na laje pode ser percebido tardiamente, quando aquela estrutura já tiver sido comprometida.
Seja quem mora em prédios e condomínios ou em casas, deve manter uma poupança para as manutenções sejam de rotina, preventivamente, corretivamente e emergencial. Quando o imóvel for de um edifício, os cuidados com a manutenção podem triplicar, sendo necessárias manutenções frequentes no poço e cabos de elevadores; caixas d'água e tubulação, pastilhas revestidoras das fachadas, entre outras. Por isso, o condomínio precisa criar o fundo de caixa, diferente do fundo de reserva que é destinado às despesas fixas. O ideal é ter sempre uma boa manutenção, pois, além de mais barata é mais eficaz e evita riscos desnecessários.
Fonte: Clip Imobiliário

Setor imobiliário bate recorde de investimentos


O mercado imobiliário goiano tem muito o que comemorar este ano. Até julho, as vendas de imóveis novos, em condomínios verticais e horizontais, já somaram 8.879 unidades, um recorde. Essa quantidade representa 82% do total comercializado no ano passado (10.512), e abre a perspectiva de fechamento do ano com 15.500 unidades vendidas.
Nos últimos 12 meses, a indústria da construção civil já investiu R$ 3,05 bilhões no mercado da Grande Goiânia, valor 50% superior à média dos últimos anos. É nesse clima de recordes de investimentos em produção e de alta nas vendas que o empresário Ilézio Inácio Ferreira foi reempossado, ontem à noite, na presidência da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-GO), para mais um mandato de três anos. A solenidade de posse reuniu mais de 500 pessoas na Chácara Cedro, entre elas o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia.
A nova diretoria da Ademi-GO tem como meta para os próximos três anos investir na educação, garantindo o treinamento de mão de obra para o setor; garantir uma melhor mobilidade urbana, através de apoio ao governo nas obras de infraestrutura básica, e dar sustentabilidade aos projetos, evitando desperdícios e também agressões ao meio ambiente.
Pesquisa realizada pela Grupom Consultoria e Pesquisa para a Ademi-GO mostra que, em julho, o número de imóveis novos em estoque nas construtoras que atuam em Goiânia e Aparecida de Goiânia era o menor dos últimos três meses (12.589) .
A compensação é que as vendas de imóveis também caíram, no período, em relação a meses anteriores, totalizando 871 unidades.
"Mercado continua aquecido"
O presidente da Ademi-GO , Ilézio Ferreira, explica que em julho, tradicionalmente, há um grande recuo no lançamento de novos empreendimentos e de vendas de imóveis em Goiânia, já que é um mês de férias escolares e, assim, muita gente viaja.
Ele garante que o ocorrido em julho não é sinal de que o setor imobiliário está perdendo fôlego em Goiás, como tem sido registrado em São Paulo e outros Estados. "O mercado continua aquecido em Goiás. Há muito dinheiro para financiar a indústria da construção e para a compra dos imóveis pelos mutuários."
Em julho, 49% dos estoques dos imóveis das construtoras eram de dois quartos e 38% de três dormitórios. Os empreendimentos localizados nos setores Bueno e Jardim Goiás lideraram as vendas em julho. Hoje, as construtoras estão com empreendimentos em 49 bairros de Goiânia e Aparecida.
Fonte: O Popular

Borges Landeiro faz pré-lançamento de empreendimento para corretores


Borges Landeiro faz pré-lançamento de empreendimento para corretores

Na última sexta-feira, a incorporadora Borges Landeiro iniciou o processo de comercialização de seu mais novo lançamento, o Borges Landeiro Prime. No último dia 23 de setembro, a empresa convocou todos os corretores das suas duas empresas de vendas, a Única e a BL, em um espaço para eventos em Anápolis para uma convenção de treinamento e preparação de todos esses profissionais.
O evento foi um sucesso e contou com a presença de mais de 100 corretores. Na programação, a incorporadora trouxe nomes de peso para treinar os profissionais e torná-los aptos para as vendas de um produto com as características luxuosas do Borges Landeiro Prime. Rosalvo Barreto ministrou palestra sobre o mercado imobiliário e o papel do corretor na venda dos imóveis, Claudete Motter falou sobre postura profissional e os arquitetos responsáveis pelo empreendimento apresentaram o projeto com o qual eles irão trabalhar. Outra presença ilustre na convenção foi da Vice-Presidente da empresa, Camila Landeiro, que motivou todos os parceiros a venderem o novo residencial com máximo empenho.
Com objetivo de treinar corretores e motivá-los para comercializar o Borges Landeiro Prime, a convenção técnica foi elogiada por todos os presentes que já estão, como o slogan do empreendimento diz, completamente preparados para as vendas que estão por vir.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O Brasil conquista o mercado imobiliário internacional


O Brasil conquista o mercado imobiliário internacional

Com o aquecimento do mercado imobiliário brasileiro, a aproximação com outros países é uma porta de entrada para consolidar relacionamentos, abrir oportunidades de negócios e firmar o Brasil como uma grande potência do setor. Mais do que isso, o corretor de imóveis brasileiro deve estar preparado para explorar este novo nicho. O vice-presidente de Relações Internacionais do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) e presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio Grande do Norte (CRECI-RN), Waldemir Bezerra de Figueiredo fala sobre este momento de consolidação das relações entre Brasil e outros países.
Atualmente, como estão os relacionamentos entre mercado imobiliário brasileiro e internacional?
Nos últimos dois anos, nós estamos desenvolvendo relacionamentos com entidades regulamentadoras do mercado, incluindo entidades do MERCOSUL e também de outros países, como a Associação de Profissionais e Empresas de Mediadores Imobiliários de Portugal (APEMIP), National Association of Realtor, (NAR), dos Estados Unidos. É importante conhecer a forma de gestão de negócios, fiscalização e legalização profissional. Esta aproximação ocorre em um momento em que o Brasil é visto como um portal de negócios, no qual temos uma economia emergente e forte potencial de investimento na área de hotelaria e segunda residência. Queremos garantir que o mercado seja tratado de forma profissional.
Quais são as estratégias utilizadas para potencializar essas relações com outros países?
O primeiro passo para obter um bom relacionamento com outros países é despertar em nosso corretor a sede pelo conhecimento, a vontade de se especializar e conhecer o mercado imobiliário de outro país. E vejo que estamos realizando grandes progressos nesse sentido. Ano passado, apenas 30 corretores de imóveis do Brasil eram associados à National Association of Realtor (NAR). Hoje já são 450, comprovando os reflexos das ações internas que realizamos. Enquanto Conselho, somos catalisadores, fizemos apenas a ponte. A partir do momento que os profissionais se atualizam, abre um leque para participação em várias atividades. É um novo nicho que se abre para aperfeiçoamento. O mercado internacional está de olho no Brasil. Queremos que os negócios aconteçam e para isso precisamos garantir o mercado interno, no qual o corretor de imóveis brasileiro será peça-chave nesse processo. Mas este precisa estar preparado e qualificado.
Qual o principal benefício para o corretor de imóveis brasileiro ao participar de eventos internacionais?
É a oportunidade para corretores de imóveis se aproximarem de profissionais de outros países para assim ter conhecimento e conquistar confiança. É isso que vai gerando oportunidade de negócios. Em novembro, por exemplo, ocorrerá o evento promovido pela NAR, em Anaheim, Califórnia. São nessas oportunidades que os profissionais brasileiros podem mostrar suas potencialidades. Queremos pulverizar nossa participação para possibilitar maior acessibilidade do Brasil. Apresentar nossos corretores de imóveis para mostrar que o Brasil está se abrindo para este momento, conhecendo mais o mercado americano, fazendo novos contatos, workshops, networks. Este é o primeiro passo.
Quais são os reflexos a médio e longo prazo para o setor imobiliário brasileiro?
Eu tenho absoluta convicção que teremos reflexos rápidos, porque o Brasil atualmente se situa num patamar privilegiado, no centro da economia. Dentre pouco tempo, seremos a quinta economia mundial. Nossas potencialidades serão muito exploradas, ainda há muita coisa para acontecer na área de hotelaria e segunda residência. Outros pontos do brasil também merecem atenção do mercado imobiliário, como regiões serranas e pantaneiras. Além disso, possuímos estabilidade política e segurança jurídica. Tudo isso torna o país mais atrativo aos olhos do investidor estrangeiro.
Por isso é fundamental que o corretor brasileiro esteja preparado para atender este novo nicho de clientes. É fundamental a qualificação. As portas estão abertas, mas requer preparo do corretor de imóveis.
Quer uma oportunidade para participar de um evento internacional? Saiba mais sobre o evento Real Conference & Expo, promovido pela NAR, que ocorrerá em novembro, em Anaheim, Califórnia.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Pesquisa revela preferências do goianiense na hora de escolher seu imóvel

Pesquisa revela preferências do goianiense na hora de escolher seu imóvel

 

Em iniciativa inédita, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis identificou as preferências do goianiense na hora de escolher o imóvel para morar. A pesquisa, batizada como Consumo de imóveis: o que deseja o comprador?, realizada no início deste ano, ouviu 401 pessoas, com 18 anos a 82 anos, em Goiânia, e apresenta dados reveladores sobre o perfil do consumidor da capital quando o assunto é a moradia. Os entrevistados também fizeram uma avaliação do desempenho do corretor de imóveis, o profissional do setor imobiliário que presta atendimento direto ao comprador de imóveis.

A pesquisa foi realizada pelo Departamento de Prospecção e Pesquisa do Mercado Imobiliário (Depami) do Creci-Go, contando com a participação da EPOM – Empresa de Pesquisa de Opinião e Mercado.

A metodologia da pesquisa consistiu em entrevistas diretas, com perguntas estimuladas, ouvindo aleatoriamente pessoas dos mais diversos bairros da capital. Os questionários foram aplicados entre os dias 8 e 16 de janeiro de 2011, em pontos estratégicos da Capital para ouvir o público-alvo da pesquisa. A coleta dos dados foi realizada nos seguintes locais: Shopping Bougainville, Portal Shopping, Supermercado Bretas do Parque Vaca Brava, Hipermercado Extra da Avenida Rio Verde, Feira da Estação, Araguaia Shopping, Shopping Plaza D’Oro e Terminal da Praça A. Acompanhe as principais conclusões:

Goianiense é fiel ao setor onde vive

O goianiense é fiel ao setor onde vive e não quer saber de muitas alterações em sua rotina. Mais de 70% dos entrevistados estão satisfeitos com o local onde vivem e não desejam mudar de imóvel. Caso admitissem uma mudança de residência, quase a metade dos entrevistados revelou que optaria por permanecer no mesmo bairro.


Segurança é a principal motivação para goianiense mudar de endereço

No grupo daqueles que manifestaram desejo por viver em um tipo de imóvel diferente (sair de uma casa para um apartamento ou para um condomínio horizontal e assim por diante), a mais da metade deseja mudar-se para apartamento (53,85%). A opção de ir para um condomínio horizontal foi a segunda mais apontada (35,04%). A segurança foi a alternativa mais indicada para se mudar o tipo da moradia (52,14%), opção que está a frente do conforto, lazer e privacidade.

Déficit qualitativo - maioria dos potenciais compradores já tem casa própria

Na pesquisa do Creci-GO, constatou-se que a maioria dos goianienses que manifestaram desejo de mudar de residência já vive em imóvel próprio (67,92%), o que sugere ser bastante significativo o déficit qualitativo da capital. Em outras palavras, prevalece na capital o grupo de quem está em busca de um novo imóvel para melhorar o conforto ou adaptar-se a uma nova fase de vida: casamento, divórcio, nascimento de filhos etc.

Em relação à amostra total, 18,95% dos entrevistados querem mudar de residência, embora já tenham casa própria. Fazendo uma projeção de mercado, sabendo que a população de Goiânia, segundo o IBGE/CENSO 2010 é de 1.302.001 habitantes, o grupo daqueles que querem mudar de residência, e já possuem casa própria, é de 246.729 pessoas. A busca por um segundo ou terceiro imóvel para comprar com a finalidade de moradia é um movimento novo no Brasil. Segundo estudos, o índice é de apenas 1,8 vezes na vida, enquanto que nos países desenvolvidos esse índice chega a oito vezes. “Com o cenário econômico positivo de crédito, emprego e renda, a tendência é que este grupo aumente”, observa Oscar Hugo Monteiro Guimarães, presidente do Creci-GO.

Para quem compra o primeiro imóvel, em geral a preocupação maior é o preço do imóvel e impacto do financiamento no orçamento, que muitas vezes precisa ainda abarcar o aluguel. Já quem está adquirindo mais um imóvel para mudar-se, a prioridade passa a ser o conforto. “É claro que o consumidor continua fazendo contas. Entretanto, quando nesta fase, ele tem maior poder de compra e está mais seletivo, a prioridade passa a ser os diferenciais que o imóvel oferecerá a ele”, avalia Oscar Hugo.
Maioria prefere comprar imóvel de construtora

Predomina, entre os entrevistados, a preferência por comprar um imóvel em lançamento imobiliário (57,61%) a que comprar um imóvel usado (11,72%) ou adquirir o terreno e construir por conta própria (30,67%).


Os melhores setores para se morar, segundo a opinião do entrevistado

Em resposta espontânea, os entrevistados também apontaram os melhores bairros para se morar: Bueno, Jardim América, Marista, Eldorado, Oeste, Jardim Goiás, Parque Amazônia, Leste Universitário, Centro. A percepção do público não necessariamente é idêntica aos setores mais valorizados.

Um comparativo com o último ranking dos setores com maior preço de metro quadrado (medido pelo Depami/Creci-GO) mostra que o Setor Bueno, por exemplo, que é o preferido dos consumidores, está em 5º lugar no ranking dos setores mais valorizados da cidade. Enquanto isto, o Eldorado, que está em 4º lugar na preferência dos entrevistados, possui metro quadrado na 23ª posição entre os bairros onde a verticalização está acontecendo na cidade. “Este é um recado do consumidor ao mercado; ele está sinalizando onde gosta de viver”, diz Oscar Hugo.


Consumidor aprova atendimento do corretor de imóveis

Neste ano, 27 de agosto, os corretores de imóveis completam 49 anos de regulamentação profissional com muito a comemorar: o reconhecimento do público. Na pesquisa Consumo de imóveis: o que deseja o comprador?, quase a metade dos entrevistados disseram já terem sido atendidos por um corretor de imóveis (41,15%). Destes que já foram atendidos, a avaliação do atendimento foi considerada positiva, chegando a 77%.

“É o melhor presente que poderíamos receber, neste momento que estamos rumo ao cinquentenário”, diz o presidente do Creci-Go, Oscar Hugo Monteiro Guimarães, para quem a categoria colhe os frutos do investimento em qualificação. Desde 2000, em Goiás, foram implantados cursos de formação superior, especializações e cursos complementares à formação básica. Nos últimos quatro anos, segundo dados do Creci-Go, o número de corretores de imóveis dobrou, revelando a atratividade da profissão.

Outro dado revelado pela pesquisa é que a maioria absoluta dos consumidores que já foram atendidos por um corretor de imóveis (90,3%) considerou importante o trabalho deste profissional seja para auxiliar a fazer uma boa pesquisa das ofertas imobiliárias, seja para auxiliar na pesquisa do histórico documental do empreendimento, seja para ajudar a escolher o melhor tipo de moradia.

Para o presidente do Creci de Goiás, Oscar Hugo, o percentual indica uma mudança significativa na imagem que a sociedade faz do profissional do setor imobiliário: “Os consumidores já começaram a enxergar o corretor de imóveis como um consultor de negócios, capaz de identificar o perfil do comprador, de definir o imóvel compatível com seus interesses e auxiliar na busca pelo empreendimento.”

Apesar da avaliação positiva, o corretor de imóveis tem um grande ponto a melhorar, na opinião dos entrevistados. 41,21% dos entrevistados que já foram atendidos por um corretor de imóveis, reprova a insistência do profissional.